Ferramentas práticas para a objetividade
A ferramenta de diagnóstico: Analise um sistema: ele é predominantemente mecânico (partes intercambiáveis, decomponíveis, regras fixas)? Químico (afinidades, emergência, transformações qualitativas)? Teleológico (finalidades, autoorganização, orientação a objetivos)? É provável que ele exiba várias dessas formas.
A ferramenta de intervenção: (1) Diagnóstico: Qual forma domina, e quais problemas surgem daí? (2) Objetivo: De qual forma o sistema precisa mais? (3) Intervenção: Fortalecer o mecânico = esclarecer estruturas, definir processos. Fortalecer o químico = formar equipes com afinidade, promover intercâmbio. Fortalecer o teleológico = esclarecer finalidades, possibilitar autoorganização, incorporar feedback. (4) Avaliação: A intervenção é eficaz? Há efeitos inesperados?
A ferramenta da complexidade: Para problemas complexos, examine todos os três níveis: (1) Garantir a base mecânica — a infraestrutura funciona? (2) Possibilitar a dinâmica química — as partes conseguem interagir? (3) Criar orientação teleológica — as finalidades estão claras? Se faltar um desses níveis, o sistema fracassará ou permanecerá subotimizado.