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Das Dosierte Leben nº 42 (Reh-Zensionen) 2005

Hegel defendia o “idealismo absoluto”.

Os senhores Grimsmann e Hansen nada devem ao mestre, já que conseguem demonstrar todo o ser como ser-espírito e criação do espírito, para o quê se valem do formato “triângulo”. Assim como Hegel não apenas destacava os opostos (como natureza/espírito), mas os superava dialeticamente sempre em unidades superiores, do mesmo modo os dois arquitetos de triângulos conseguem, de forma surpreendente, “decompor” história e filosofia de maneira sempre coerente, de modo que um triângulo sempre gera novos subtriângulos. Isso pode, no caso de “história universal”, parecer um tanto artificial a historiadores puristas, mas, no mais tardar no (aliás, maravilhosamente concebido por Stefan Sy com dois pontos) “sistema das ciências”, trata-se de uma verdadeira ajuda para o “pensamento em conexões, à la Mauro”. A lógica se subdivide em três (conceito, ser e essência). Esta última, por sua vez, em realidade, aparência, reflexão em si mesma, e assim por diante. Para o analista de Hegel e o estudante de síntese, tornam-se, enfim, indispensáveis as mini-tabelas de silogismo e de juízo. Aprende-se em imagens como é maravilhosamente pensado o aparentemente inacessível edifício espiritual de Hegel.

Hamburger Morgenpost 9/2003:

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Spiegel 17/2003:

!o artigo na Spiegel 17/2003 sobre Hegel-system.de (JPG, 55KB)")