Jakob Sengler (1799–1878) lecionou em Friburgo e pertencia aos teístas especulativos.

Essa corrente — junto com Immanuel Hermann Fichte, Christian Hermann Weiße e Kuno Fischer — mantinha-se firme na ideia de um Deus pessoal e contestava que o Absoluto de Hegel fosse um Deus assim. Jaeschke considera filosoficamente significativo o embate da escola com eles: tratava-se aqui da coisa mesma, não de política.

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